Na noite abafada, tomou seu banho costumeiro. a água lhe corria tediosamente corpo abaixo. Apoiou uma das mãos no azulejo amarelado, declinando ligeiramente a cabeça, e ficou assim, a mirar o curso d'água até o ralo, num movimento mais tedioso que o primeiro. Só nesse momento se deu conta do quão fugaz era a vida. E do tédio, brotou uma tímida esperança...
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