Escapou!
Estava na ponta da língua.
passou voando como um carro de fórmula 1! Vrummmmmmmm
Sem nem deixar um rastro suficientemente espesso para dele se extrair algo criativo...
Assim, sem mais nem menos, de repente ela sumiu. Escapuliu.
Zombou de mim Ai, brincalhona!! Cutucou-me somente para dar seus ares travessos, mostrar que estava ali, e que estava viva para o jogo, e sabia que eu não teria tempo e condições de ganhar dela. Esperta.
Ai, ai!!
Espera! Tá quase!
Ai, como era emsmo?
Danada! Atravessou e foi embora corrend de novo.
Nunca te pegam, não e mesmo?
Uma pena.. parecia uma epifania, cheirava igual...
Mas não fez salas suficientes para se deixar perceber.
Somente um vislumbre.
Não tem problema.
Quem sabe, logo mais ela não dá suas caras, e por mais tempo. Está me testando, eu sinto.
Vou jogar seu jogo, não me preocupar.
Um dia ela bate à minha porta ara pedir abrigo.
E, eu de braços abertos, e com a mesa posta, receberei minha inspiação com todo o gosto do mundo...
3 comentários:
Talvez o grande trunfo de um poeta não seja ter as melhores idéias e inspirações, mas sim conseguir agarra-las quando passarem...são sempre rápidas e escorregadias estas.
O blog, como sempre, está de parabens.
Um beijo...
É... eu sei bem como é, conheço essa fujona... mas ela sempre volta, nem que seja pra escapar de novo.
Bjokas, sister!
Te amo!^^
que lindo texto!
saudade tão grande de vc, menina!
beijos
Postar um comentário