Ao invés de lutarem por políticas que forneçam bem estar social, educação, igualdade e respeito, vão às ruas vociferar impropérios, xingamentos, e promover discursos de ódio e violência, que não mudam as estruturas corruptas que tanto revoltam. As mudanças que pedem são retrocessos, nos quais o outro, o diferente, não tem direito à voz, a ser sujeito, e sim deve estar sujeito ao poderio dessa camada social que não aguenta perder o status do topo da cadeia de privilégios que só faz segregar e matar o ideal de convívio coletivo democrático.
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